DSpace at My University FLSC - Faculdade de Letras e Ciências Sociais FLSC - Antropologia
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorTomás, Timóteo-
dc.date.accessioned2022-05-23T09:25:51Z-
dc.date.issued2022-02-10-
dc.identifier.urihttp://monografias.uem.mz/handle/123456789/2459-
dc.description.abstractThe present work analyzes the access to health services in a penitentiary establishment in the city of Matola, Mozambique. The work is the result of a qualitative research in which participant observation methods and semi-structured interviews were used with health service agents and inmates of the target establishment of the study. The search results review They stated that inmates have access to health services, starting from a register with the head of the cell. There are exceptions when it comes to unruly inmates who must be accompanied to the health center by an escort. The inmates report having difficulties in accessing health services because of the length of service, and point out the lack of adequate material for the treatment that limits the care process. The study concludes that the inmates were dissatisfied with the care provided by health agents because the consultations are not private and the inmates do not reveal the real pain due to the presence of prison guards and cell managers. However, there is poor communication between health workers and prisoners in consultations(TRADUÇÃO NOSSA)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Eduardo Mondlanept_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectServiços de saúdept_BR
dc.subjectEstabelecimento prisionalpt_BR
dc.subjectReclusospt_BR
dc.subjectMaputo-Moçambiquept_BR
dc.titleAcesso aos serviços de saúde num estabelecimento penitenciário da máxima segurança - B.O na província de Maputo, Moçambiquept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Paulo, Margarida-
dc.description.resumoO presente trabalho analisa o acesso aos serviços de saúde num estabelecimento penitenciário na cidade de Matola, Moçambique. O trabalho é resultante de uma pesquisa qualitativa em que usou-se métodos de observação participante e entrevistas semi-estruturadas juntos aos agentes de serviços de saúde e reclusos do estabelecimento alvo de estudo. Os resultados da pesquisa reve- laram que os reclusos têm acesso aos serviços de saúde, partir de um registo junto ao chefe da cela. Há excepções quando se trata de reclusos indisciplinados que devem ser acompanhados ao centro de saúde por uma escolta. Os reclusos referem ter dificuldades no acesso aos serviços de saúde por causa da morosidade no atendimento, e apontam a falta de material adequado para o tratamento que limita o processo de atendimento. O estudo conclui que os reclusos mostraram se insatisfeito pelo atendimento prestada por agentes de saúde porque as consultas não são privadas e os reclusos não revelam a verdadeira dor devido a presença dos guardas prisionais e chefes da cela. Todavia, existe uma fraca comunicação entre os agentes de saúde e reclusos nas consultaspt_BR
dc.publisher.countryMoçambiquept_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Letras e Ciências Sociaispt_BR
dc.publisher.initialsUEMpt_BR
dc.subject.cnpqCiências Humanaspt_BR
dc.subject.cnpqAntropologiapt_BR
dc.description.embargo2022-05-19-
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