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http://monografias.uem.mz/handle/123456789/5660Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Maúnze, João Domingos Maúnze | - |
| dc.date.accessioned | 2026-06-29T09:08:27Z | - |
| dc.date.issued | 2026-04-16 | - |
| dc.identifier.uri | http://monografias.uem.mz/handle/123456789/5660 | - |
| dc.description.abstract | This study analyzed the storm surges generated by tropical cyclones Idai and Kenneth (2019) along the Mozambique coast using the CROCO model at 1/12° resolution. Three experiments were conducted for each cyclone (Tide+Wind, Tide-Only, Wind-Only), allowing the decomposition of total sea level elevation and quantification of nonlinear interactions. Validation with tide gauge data from Pemba and Inhambane (2007) revealed R² = 0.969 and RMSE = 0.221 m at Pemba, and R² = 0.850 and RMSE = 0.349 m at Inhambane. Harmonic analysis showed overestimation of semidiurnal constituents (+17.1% for M2) and underestimation of diurnal constituents (−12.2% for K1) at Pemba, a pattern attributed to bathymetric smoothing. Astronomical tide proved dominant, contributing ~92% to Idai and ~97.8% to Kenneth, confirming the meso macrotidal nature of the western costal shelf of Mozambique Channel. Residual surge reached +0.823 m at Beira and +0.107 m at Pemba , a 7.7‑fold difference explained by three factors: wind stress ~3.3 times higher during Idai; morphological amplification over the Sofala Bank; and favorable timing (Δt = −6.0 h for Idai versus 5.0 h for Kenneth). Nonlinear interaction was systematically negative (mean −0.256 m at Beira and −0.486 m at Pemba), governed by tidal amplitude rather than cyclone intensity, with the dynamic threshold (𝜇+2𝜎) proving superior to the fixed 2.0 m threshold for identifying extreme events. Results demonstrate that storm surge severity in Mozambique results from complex interactions between atmospheric forcing, tides, and geomorphology, and cannot be predicted solely by cyclone intensity. | pt_BR |
| dc.language | nld | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Eduardo Mondlane | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Ondas de tempestade | pt_BR |
| dc.subject | Ciclones tropicais | pt_BR |
| dc.subject | Modelagem hidrodinâmica | pt_BR |
| dc.subject | Interacções não-lineares | pt_BR |
| dc.subject | Moçambique | pt_BR |
| dc.title | Modelagem numérica das ondas de tempestade na costa de Moçambique: o caso dos ciclones Idai e Kenneth | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Nehama, Fialho P. Juma | - |
| dc.contributor.advisor2 | Allende, Héctor Hito Andrés Sepúlveda | - |
| dc.contributor.referee1 | Magestade | - |
| dc.description.resumo | O presente estudo analisou as ondas de tempestade geradas pelos ciclones Idai e Kenneth (2019) na costa de Moçambique, utilizando o modelo CROCO a 1/12° de resolução. Foram executados três experimentos para cada ciclone (Maré+Vento, Apenas Maré, Apenas Vento), permitindo decompor a elevação total e quantificar a interacção não-linear. A validação com dados maregráficos de Pemba e Inhambane (2007) revelou R² = 0,969 e RMSE = 0,221 m em Pemba, e R² = 0,850 e RMSE = 0,349 m em Inhambane. A análise harmónica evidenciou sobrestimação das constituintes semi-diurnas (+17,1% para M2) e subestimação das diurnas (−12,2% para K1) em Pemba, padrão atribuído à suavização batimétrica. A maré astronómica revelou-se dominante, contribuindo com ~92% no Idai e ~97,8% no Kenneth, confirmando o carácter meso a macrotidal da plataforma costeira ocidental do Canal de Moçambique. O surge residual foi de +0,823 m na Beira e +0,107 m em Pemba , diferença de 7,7 vezes explicada por três factores: stress de vento ~3,3 vezes superior no Idai; amplificação morfológica da Baía de Sofala; e desfasamento temporal favorável (Δt = −6,0 h no Idai versus 5,0 h no Kenneth). A interacção não-linear foi sistematicamente negativa (média de −0,256 m na Beira e −0,486 m em Pemba), governada pela amplitude de maré e não pela intensidade ciclónica, tendo-se demonstrado a superioridade do limiar dinâmico (𝜇+2𝜎) sobre o fixo de 2,0 m para identificação de eventos extremos. Os resultados evidenciam que a severidade das ondas de tempestade em Moçambique resulta da complexa interacção entre forçamento atmosférico, maré e geomorfologia, não podendo ser prevista apenas pela intensidade ciclónica. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Moçambique | pt_BR |
| dc.publisher.department | Escola Superior de Ciências Marinhas e Costeiras | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UEM | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | Ciências Exactas da Terra | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | Oceanografia | pt_BR |
| dc.description.embargo | 2026-06-16 | - |
| Aparece nas coleções: | ESCMC - Oceanografia | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
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