DSpace at My University FLSC - Faculdade de Letras e Ciências Sociais FLSC - Antropologia
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorMangana, Arnaldo Alberto-
dc.date.accessioned2026-07-10T07:40:08Z-
dc.date.issued2025-09-
dc.identifier.urihttp://monografias.uem.mz/handle/123456789/5692-
dc.description.abstractThis study falls within the scope of the Anthropology of Public Policies course, and addresses the narratives of the crime of robbery and its relationship with security strategies in the Maxaquene neighborhood. The work focuses on the narratives in order to understand the meaning of the entire dynamic, from the actors involved to the instances related to the crime of robbery. This study shows that the narratives of the crime of robbery are subject to various interpretations, ranging from acceptance and rejection to resistance on the part of the actors involved. At the level of the police authorities, there is a prevailing idea that the community does not collaborate in crime prevention because criminals live within it and it does not report them. Within the community, there is a perception of police corruption and ineffectiveness in combating crime, thus resorting to taking justice into their own hands. Therefore, we find that the community's perception is negative and residents are less inclined to collaborate with the authorities in reporting criminals and actively participating in crime prevention programs. The narratives of robbery in the Maxaquene “A” neighborhood are influenced by a series of factors, including police presence, the rapid resolution of reported cases, public lighting, corruption, unemployment, psychosocial support for victims, anxiety about justice, and a history of crime. Finally, we note that the community's lack of knowledge of procedural steps, given that these lack transparency in dissemination, the complexity and bureaucracy of the justice administration institutions, and the technical language used by public servants, leads to the perception that, from the State's point of view, public policies do not aim to satisfy the interests and needs of the population.(TRADUÇÃO NOSSA)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Eduardo Mondlanept_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEstratégias de segurançapt_BR
dc.subjectCrimept_BR
dc.subjectRoubopt_BR
dc.subjectNarrativas múltiplaspt_BR
dc.titleNarrativas do crime do roubo e sua relação com estratégias de segurança: estudo exploratório no Bairro de Maxaquene “A”pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Zonjo, Johane Francisco Chibaio-
dc.description.resumoO presente estudo enquadra-se na cadeira de Antropologia das Políticas Públicas, e aborda as narrativas do crime de roubo e sua relação com estratégias de segurança no bairro de Maxaquene “A”. O trabalho foca-se nas narrativas com vista a compreender o significado de toda dinâmica desde os actores envolvidos até as instâncias que se relacionam com crime de roubo. O presente estudo mostra que as narrativas do crime de roubo são objecto de várias interpretações, que vão desde a aceitação, rejeição até resistência por parte dos actores envolvidos. A nível das autoridades policiais, paira a ideia de que a comunidade não colabora na prevenção do crime, porque os criminosos vivem no seio dela e esta não os denuncia. No seio comunitário, há percepção de que a corrupção e inoperância policial no combate ao crime, e recorrendo deste modo na justiça pelas próprias mãos. Desta feita, constatamos que a percepção da comunidade é negativa e os residentes são menos propensos na colaboração com as autoridades na denúncia dos criminosos e participação activa nos programas de prevenção a criminalidade. As narrativas do crime de roubo no bairro de Maxaquene “A”, são influenciadas por uma série de factores, incluindo a presença policial, o esclarecimento rápido dos casos reportados, iluminação pública, a corrupção, o desemprego, apoio psicossocial das vítimas, ansiedade pela justiça e o histórico de crimes. Por fim, notamos que o desconhecimento das tramitações processuais por parte da comunidade, dado que estes carecem de transparência na disseminação, a complexidade e burocracia das instituições da administração da justiça, a linguagem técnica usada por parte dos servidores público, leva a percepção de que, do ponto de vista do Estado, as políticas públicas não visam a satisfação dos interesses e necessidades das populaçõespt_BR
dc.publisher.countryMoçambiquept_BR
dc.publisher.departmentFaculdade de Letras e Ciências Sociaispt_BR
dc.publisher.initialsUEMpt_BR
dc.subject.cnpqCiências Humanaspt_BR
dc.subject.cnpqAntropologiapt_BR
dc.description.embargo2026-06-23-
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