DSpace at My University FLSC - Faculdade de Letras e Ciências Sociais FLSC - Antropologia
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorDimande, Matilde Francisco-
dc.date.accessioned2021-04-30T09:23:39Z-
dc.date.issued2013-04-01-
dc.identifier.urihttp://localhost:8080/xmlui/handle/123456789/658-
dc.description.abstractThe present work analyzes the interaction and the dynamics of space occupation between the “homeless” in the streets of downtown Maputo. The study was based on the collection of data in the lower part of the city of Maputo, where I started to observe the way the “homeless people” behave, when they relate to each other and with non-homeless people, the way of dressing, the activities carried out and the way the “homeless people” are related to the space of activities and residence. This study is guided by two perspectives: one that looks at the “homeless” as belonging to social groups and considers them as homogeneous beings. And the other looks at the “homeless” as a heterogeneous group with their own codes. The results of this study allow us to see that it is problematic to look at the “homeless” as beings without interaction, because they relate to each other and to the non-homeless, who are around them. The relationship of “homeless people” among them it varies according to age, affinity, places of origin and residence in downtown Maputo. Their relationship with non-residents of ruavaria according to the subjective character of each “homeless person”, the way others approach them, the length of time spent on the street and the affinity that exists between them and others. It is also problematic to look at them as homogeneous groups, because there are diversities with regard to the way of dressing, the activities carried out and the behavior. And there are diversities of places of residence, because there are those who live in closed places like "Dark" and those who live in open places like "Novene", both look at these places as their homes. Hence it is problematic to call them “homeless people”, because they have houses and are on the street of passage or carrying out some activity. (TRADUÇÃO NOSSA)pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Eduardo Mondlanept_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectMoradores de ruapt_BR
dc.subjectInteracção socialpt_BR
dc.subjectEspaçopt_BR
dc.subjectRuapt_BR
dc.subjectDinâmicas de ocupação de espaçopt_BR
dc.titleApropriando a rua: interacção e dinâmicas de ocupação de espaço entre os “moradores de rua” nas ruas da Baixa da Cidade de Maputopt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Gonçalves, Euclides-
dc.description.resumoO presente trabalho analisa a interacção e as dinâmicas de ocupação de espaço entre os “moradores de rua” nas ruas da baixa da cidade de Maputo. O estudo baseou-se na recolha dos dados na zona baixa da cidade de Maputo, ondedediquei-me a observar a forma como os “moradores de rua” comportam-se, quando relacionam-se entre eles e com os não moradores de rua, a maneira de vestir, as actividades realizadas e a forma como os “moradores de rua” relacionam-se com o espaço de realização de actividades e de residência. Este estudo é orientado por duas perspectivas: uma que olha para os “moradores de rua” enquanto pertencentes a grupos sociais e considera-os como seres homogéneos. E a outra olha para os “moradores de rua” como um grupo heterogéneo e com códigos próprios. Os resultados deste estudo permitem ver, que é problemático olhar para os “moradores de rua” como seres desprovidos de interacção, porque eles relacionam-se entre eles e com os não moradores de rua, que encontram-se ao seu redor. O relacionamento dos “moradores de rua” entre eles varia de acordo com a idade, a afinidade, os lugares de proveniência e de residência na baixa da cidade de Maputo. O relacionamento deles com os não moradores de ruavaria consoante o carácter subjectivo de cada “morador de rua”, a forma como os outros abordam-lhes, o tempo de estadia na rua e a afinidade existente entre eles e os outros. É também problemático olhar para eles como grupos homogéneos, porque existe diversidades no que concerne a maneira de vestir, as actividades realizadas e ao comportamento. E existem diversidades dos lugares de residência, porque há os que residem em lugares fechados como “Escuro” e os que residem em lugares abertos como “Novene”, ambos olham para esses lugarescomo suas casas. Dai que é problemático chamarmos-lhes por “moradores de rua”, porque eles têm casas e estão na rua de passagem ou desenvolvendo alguma actividade.pt_BR
dc.publisher.countryMoçambiquept_BR
dc.publisher.departmentDepartamento de Arqueologia e Antropologiapt_BR
dc.publisher.initialsUEMpt_BR
dc.subject.cnpqCiências Humanaspt_BR
dc.subject.cnpqAntropologiapt_BR
dc.description.embargo2021-04-29-
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