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http://monografias.uem.mz/handle/123456789/5920Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | Mamugy, Abdul Alimo Momade | - |
| dc.date.accessioned | 2026-10-21T12:18:06Z | - |
| dc.date.issued | 2026-02-02 | - |
| dc.identifier.uri | http://monografias.uem.mz/handle/123456789/5920 | - |
| dc.description.abstract | For a State to be called a Democratic State governed by the rule of law, the effective and adequate fulfillment of the Principle of Separation and Interdependence of Powers is a conditio sine qua non. This topic is quite important, with political and social relevance, as it discusses the legal approach to the independence of the judiciary in Mozambique when appointing magistrates (presiding judges) by the President of the Republic. Therefore, an analysis will be made of the limitations and obstacles that compromise the independence of the judiciary in Mozambique. Essentially, we were able to ascertain that, with regard to the appointment of magistrates foreseen in subparagraphs g) and h) of Article 158 of the Constitution of the Republic of Mozambique, it may jeopardize the autonomy of the judicial power in Mozambique, insofar as the Head of State, who is also the Head of Government, by appointing magistrates in accordance with the aforementioned article, raises growing concerns about a possible promiscuity between Political Power and Judicial Power in the Mozambican legal system, which directly or indirectly allows for the weakening of the principle of separation of powers and the compromise of impartiality and public trust in the Mozambican justice system. In this sense, analyzing the independence of the judicial power is essential to identify and understand the obstacles to the consolidation of a Democratic Rule of Law in our legal system, because only with a judicial power free from external pressures will it be possible to guarantee true social justice. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Universidade Eduardo Mondlane | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Estado de direito democrático | pt_BR |
| dc.subject | Separação de poderes | pt_BR |
| dc.subject | Poder judicial | pt_BR |
| dc.subject | Autonomia | pt_BR |
| dc.subject | Democratic rule of law | pt_BR |
| dc.subject | Separation of powers | pt_BR |
| dc.subject | Judicial power | pt_BR |
| dc.title | A independência do poder judicial em Moçambique | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | Chipanga, António Salomão | - |
| dc.description.resumo | Um Estado, para ser caracterizado como sendo de Direito Democrático é conditio sine qua non, o cumprimento efectivo e adequado do Princípio da Separação e Interdependência de Poderes. O tema é bastante importante com relevância política e social, na medida em que discute a abordagem jurídica relativamente à independência do poder judicial em Moçambique, aquando da designação dos magistrados (Juízes Presidentes), pelo Presidente da República, e, desta feita far-se-á a análise das limitações e os obstáculos que comprometem a independência do poder judicial em Moçambique. No essencial, pudemos constatar que, no que diz respeito à designação dos magistrados previsto na alínea g) e h) do artigo 158 da Constituição da República de Moçambique, poderá colocar em causa a autonomia do poder judicial em Moçambique, na medida em que o Chefe de Estado que também é Chefe do Governo, ao nomear os magistrados de acordo com o artigo supracitado, deixa uma crescente preocupação de uma possível promiscuidade entre o Poder Político e o Poder Judicial no ordenamento jurídico Moçambicano, que de forma directa ou indirecta dá espaço para o enfraquecimento da separação de poderes e o comprometimento da imparcialidade e da confiança pública no sistema de justiça Moçambicano. Neste sentido, analisar a independência do poder judicial é essencial para identificar e compreender os obstáculos à consolidação de um Estado de Direito Democrático no nosso ordenamento jurídico, porque só com um poder judicial livre de pressões externas será possível garantir uma verdadeira justiça social. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Moçambique | pt_BR |
| dc.publisher.department | Faculdade de Direito | pt_BR |
| dc.publisher.initials | UEM | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | Ciências Sociais Aplicadas | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | Direito | pt_BR |
| dc.description.embargo | 2029-10 | - |
| Aparece nas coleções: | FD - Direito | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
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